Psicólogo ou psicanalista para tratar o luto: qual a diferença e qual escolher?
- Cris Favaro
- 18 de ago.
- 3 min de leitura
Atualizado: 22 de ago.

Se você está passando por uma perda e começou a pesquisar ajuda profissional, provavelmente já se deparou com essa dúvida: procuro um Psicólogo ou um Psicanalista? A confusão é comum — e faz todo sentido, já que os dois cuidam da saúde emocional.
Mas são caminhos diferentes, com formações e abordagens distintas. Neste artigo, vou te explicar essa diferença de forma simples, e como isso se aplica especificamente ao processo de luto.
Psicólogo: o que é e como atua:
O psicólogo é um profissional com graduação em Psicologia, registrado no CRP (Conselho Regional de Psicologia) — uma profissão regulamentada por lei no Brasil. Existem várias linhas dentro da psicologia (Terapia Cognitivo-Comportamental, Humanista, Psicanalítica, entre outras), e cada psicólogo escolhe uma abordagem para atuar.
Psicanalista: o que é e como atua:
O psicanalista é formado em Psicanálise, uma área de estudo do inconsciente criada por Freud e desenvolvida por diversos outros autores ao longo do tempo. Diferente da psicologia, a psicanálise não tem um conselho de classe único regulamentando a profissão no Brasil — a formação acontece em institutos e escolas de psicanálise. O trabalho do psicanalista foca em investigar as origens inconscientes de uma dor, comportamento ou repetição, buscando entender de onde ela vem, não só como ela se manifesta.
Um profissional pode atuar como Psicanalista quando formado por instituições que seguem os padrões éticos e técnicos reconhecidos pelas Sociedades Psicanalíticas, conforme parecer do Conselho Federal de Medicina (Processo Consulta 4.048/97) e do CREMERJ (Parecer nº 84/00), que reconhecem a psicanálise como atividade exercida por profissionais formados por essas instituições.
Minha formação em Psicanálise Clínica é pelo Instituto Sabedoria Cósmica, com certificado reconhecido pela UNIFATEC (Faculdade de Tecnologia de Curitiba).
E no caso do luto, qual a diferença na prática?
Isso depende muito menos do título "psicólogo" ou "psicanalista", e mais da abordagem e das ferramentas que cada profissional utiliza no consultório. Existem psicólogos e psicanalistas que trabalham apenas com escuta e conversa. E existem outros — como é o meu caso — que integram a Psicanálise a outras técnicas de cuidado emocional e corporal.
No meu atendimento como Psicanalista Clínica, por exemplo, não trabalho apenas com escuta. Utilizo:
EFT (Emotional Freedom Techniques / Tapping) — uma técnica de liberação emocional que trabalha diretamente a dor armazenada no corpo, não só na mente. Isso costuma trazer alívio mais rápido em processos de luto, porque a dor da perda não é só "pensada", ela é sentida fisicamente.
Radiestesia — uma ferramenta complementar de avaliação energética, que utilizo como apoio ao cuidado emocional, olhando para além do que é dito verbalmente.
Ou seja: minha atuação vai além da escuta tradicional. É um processo mais ativo, sensorial e corporal — o que costuma fazer diferença justamente em dores profundas como o luto, onde só "falar sobre" nem sempre é suficiente para o corpo soltar o que ficou preso.
Então, qual escolher?
Não existe uma resposta certa universal — existe a que faz sentido pra você. Algumas perguntas que podem te ajudar a decidir:
Você sente que só conversar sobre a dor não tem sido suficiente? Técnicas como o EFT podem ajudar a complementar esse processo.
Você busca compreender as origens mais profundas dessa dor, não só aliviar o sintoma? A Psicanálise é voltada exatamente para isso.
Você valoriza um olhar que vá além do racional, incluindo corpo e energia? Uma abordagem integrativa, como a que eu ofereço, pode ser o caminho.
O mais importante não é o título do profissional, mas a abordagem, e o quanto você se sente acolhida e compreendida por ela.
Sobre o meu atendimento
Sou Cris Fávaro, Psicanalista Clínica e Terapeuta Integrativa. Meu trabalho com o luto ou Traumas não se limita à escuta: integro Psicanálise, EFT para liberação emocional e Radiestesia como ferramenta complementar de cuidado, para te acompanhar de um jeito mais completo — mente, corpo e energia — na elaboração da sua perda.
Se você está em dúvida se esse é o caminho certo pra você, me chame no WhatsApp. Posso te explicar melhor como funciona o atendimento, sem compromisso.
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